Aberturas das inscrições da 2a MIVA – Mostra Internacional de Videodança na Amazônia

Vídeo da abertura de inscrições da 2a MIVA que é um evento evento que acontece em Manaus (AM) entre os dias 24 e 28 de abril de 2012, trata-se de uma mostra não competitiva com programação didática que une tecnologia e arte para o estudo, debate e pesquisa da videodança e seu processo de desenvolvimento em todo o mundo.

Em sua segunda edição, a MIVA reunirá profissionais e trabalhos ligados a videodança, além de fomentar o conhecimento sobre a linguagem por meio de exibições, palestras, oficinas e performances, e expandindo-se ainda para outras capitais da Amazônia com uma mostra itinerante que passará por Macapá, Belém, Boa Vista, Rio Branco e Porto Velho.

Vídeo teaser Mombojó

Esse é um vídeo teaser da Noite Fora do Eixo Manaus-AM, o evento é com a banda nordestina Mombojó. O vídeo foi divulgado em agosto e o evento realizado dia 07 de dezembro de 2011.

Apresentação Casa Fora do Eixo Amazônia

Nesse vídeo é utilizado imagens de arquivo e imagens produzidas com computador. O vídeo é uma apresentação de atividades realizadas por vários grupos culturais da região, e mesmo sendo a introdução de uma apresentação o vídeo foge dos parâmetros de formalidade mais comuns.
da Casa Fora do Eixo Amazônia que é a instância responsável pela administração da Regional Norte do Fora do Eixo.

KEILA SERRUYA
keilaserruya@gmail.com
keila.serruya
classecine@gmail.com
(92)91081080

Revista INTERA

Vídeo Institucional para Revista INTERA. Produzido para a visualização na web.
Tempo: 43 segundos

Editorial de Moda Sol Chuva

Sol/Chuva é a segunda produção do Laboratório de Moda do Coletivo Difusão. Um editorial com fotos e vídeo que iniciou sua produção em agosto de 2010 e foi finalizado em fevereiro de 2011.
O sol e as chuvas amazônicas foram os temas da inspiração de Cibele Gomes, Paulo Trindade e Gustavo Nogueira, que traduziram na coleção um novo conceito de reutilização. Materiais como guardas chuvas e cortinas de plástico fazem parte da coleção que gerou diversos looks produzidos com shots, capas, vestidos, camisetas e bermudas.
O estilista da coleção Gustavo Nogueira traduz o processo de criação da coleção “Trabalhamos em equipe na produção das peças. Nossa expressão Moda nasce a partir do momento que criadores como estilistas, designers, artistas e costureiras. Existe a necessidade de interferir na sociedade por meio da moda”.
A trilha sonora original do vídeo é uma produção dos músicos Caio Mota, Thiago Hermido e Augusto Nunes que a partir da visualização da coleção e algumas conversas com os artistas produtores do editorial, criaram um som frenético, cheio de cortes e mudanças rítmicas.
Os músicos gravaram a trilha original do vídeo Sol/Chuva no Studio Garagem 30, um dos apoiadores do projeto que também contou com os equipamentos do Núcleo Digital do Amazonas/ Casa do Cinema AM.
O trabalho teve como modelos os lindos e talentosos amigos do Laboratório de Moda do Difusão Bruno da Silva e Rebeca Vermont. Rebeca nos deixou em 31 de dezembro de 2010 e recebeu homenagem (póstuma) na produção, um reconhecimento do trabalho e talento que disponibilizou ao participar do editorial Sol/Chuva. Saudade!

Fotos Paulo Trindade
http://www.flickr.com/photos/51195913@N08/sets/72157626242209554/with/5517098362/

Video Keila Serruya

Doc – Promessa

O curta metragem Promessa é um documentário que traz como tema principal as promessas falsas feitas na época de eleição. A visita de políticos a comunidade ribeirinha urbana que fica 5 minutos do centro da cidade de Manaus, Anthur Bernardes, é bem comum. Todavia alguns de seus moradores por receber diversas vezes essas visitas já esperadas se tornam rudes com o visitantes mentirosos.
Alguns habitantes do lugar tendem a se tornar desacreditados nas melhoras básicas que deveriam ser providenciadas pelas secretarias municipais e estaduais responsáveis. Porque ao visitar e se deparar com as dificuldades da comunidade, não é muito difícil de perceber que lá se tem necessidade de moradia digna, saneamento básico, educação e cultura. Basicamente todas as promessas feitas explicitamente e descritas na constituição brasileira.
O projeto é de concepção de Zeudi Souza, com produção de Claudilene Siqueira e minha participação é tanto na produção como na ediçao.
Tivemos muitas dificuldades devido não ter nenhum incentivo financeiro, mas contamos com o apoio do Coletivo Difusão com equipamento para finalização e com o Casarão Cultural Floresta Sonora com o compartilhamento de músicas paraenses para a trilha musical do video.

Nem vídeo nem dança.

Basicamente vídeo é o registro eletrônico em mídia digital e dança é uma série ritmada de gestos e de passos.
O fazer artístico que decorre de duas linguagens, o corpo e a dança se encontram com a tecnologia, dimensionando coreograficamente as imagens, sons e movimentos, porque o videodança é um produto audiovisual que expressa o movimento lento ou rápido de frames, que podem construir uma temporalidade própria para as imagens. Usando o sentido da edição da estrutura narrativa e a expressão física dos corpos ou dos objetos sugeridos pelo seu criador.
O videodança estabelece dramaturgicamente em fragmentos construídos a partir da edição de imagens, velocidade alterada do vídeo ou usando a dança para mostrar o corpo. Os videodanças podem ser intervenções urbanas dos corpos, tendo assim propriedade documental da urbanidade e seus elementos, experimentações tecnológicas e apropriação do movimento do outro. Criando coreografias que não são apenas movimentos dos bailarinos e sim o que seu corpo pode fazer e estabelecer na unidade espacial.
O Coletivo Difusão desde final de 2008 com a criação do Difusão Digital, um grupo de estudos e práticas sobre Videodança, traz ao norte do Brasil o ineditismo de realizar pesquisas sobre videodança. Os resultados foram melhor que o esperando, pois os membros do Difusão Digital criaram suas próprias características, alguns desses vídeos remetem a videoinstalações, outros se preocuparam em registrar o cotidiano de sua comunidade e outros apostaram no diálogo entre a tecnologia e o corpo. Essa sensibilidade lidou com diferentes níveis de representação e de espaços que apóiam a eventual narrativa.
Com a realização de experimentações audiovisuais corporais e de movimento, suas intervenções urbanas e as trocas feitas nesses 18 meses foram de grande importância para a produção audiovisual Amazonense. O grupo realizou três mostras, sendo que essas propostas foram para a exibição, discussão, formação e criação de público.
Foram produzidos nesse 1 ano e 6 meses de trabalho, 31 videodanças que tiveram repercussão nacional e internacional, marcando a participação em festivais de cinema e de audiovisual de São Paulo, Pernambuco, Piauí, Paraíba, Rio de Janeiro, Portugal entre outros. Além de ter 06 videos na seleção oficial de filmes digitais do Amazonas Film Festival, sendo que isso representou quase a metade dos vídeos selecionados.
Os videodanças das mostras realizadas pelo Coletivo Digital virarão em 2010 uma coletânea de 3 dvds, cada um com uma mostra realizada, e um outro dvd com um documentário sobre o processo e a evolução audiovisual de seus realizadores.

F.I.S 42

Videoarte-animação, realizado a partir de imagens escaneadas. O mesmo retrata um ser digital perdido no meio do processo. O meu primeiro vídeo feito sozinha que traz minhas características estéticas para definir pra que vim.

Sinopse:
(F.) Frames que se movem em um ser feminino ligado a beleza sem valor (I.). Imagens (S.) Segundos que são poucos. 10 horas pensando + 06h descansando+ 09h escaneando + 05h ponderando+ 03h escolhendo as imagens certas + 05h descansando +04h editando = 42 processo audiovisual.
*Mostra de videodança III – AM
*Mova-se, Festival de Dança – AM – 2010
*Abertura da Exposição de Oscar Ramos, no CAUA – Centro de Artes da UFAM –AM -2010
*Curta Amazônia –PO – 2010.
*FEST – Festival Internacional de Cinema Jovem – Espinho – Portugal – 2010

Para Paricás

Considero meu primeiro videodança, todavia ele está ligado a um registro documental também, é locado na Ruína da Vila de Paricatuba, uma comunidade que está localizada no município de Iranduda- AM. Essa ruína foi à primeira escola agrícola do estado do Amazonas e que logo depois se transformou em um leprosário, onde eram despejadas varias pessoas com essa problemática. Um lugar encantador que é a imagem da força da natureza, em suas pilastras e paredes largas nasceu, não plantas, mas árvores com copas enormes plantadas provavelmente pelos pássaros e pelos morcegos, seres admiráveis.
Lugar que traz pensamentos e consequentemente sentimentos, que são no caso, assustadores pelo motivo de ter abrigado pessoas que estavam juradas a morte e a solidão.
Sinopse:
Não sinto nada, mas assim mesmo doi/ vejam-me / sinto saudades/ pra quê separar com cadeiras / deixem o salao livre / meus telhados/ para viver aqui / ai ai/ daí-me paricás/ não me sinto/ mas se me vejo, choro/ não sinto nada / mas doi / quando se está morto/ é melhor morrer antes.
Histórico
Mostra de videodança III
Curta Amazônia – PO – 2010